Peço desculpas aos leitores do blog novamente. Este post finalizará uma questão pendente há 4 anos.
Caras Adra e Ana Vitti,
Acredito que embora tenha me enganado quanto ao fato de Maria Teresa não pertencer à administração do grupo Ultraviolet - U2, o meu pedido não seria desantendido se a minha resposta fosse autorizada, uma vez que fui eu mesma quem mencionou o meu nome.
Ao meu ver, quando moderadores autorizam a mensagem de um membro que se refere à outro e não autorizam a resposta da pessoa referida, estão automaticamente protegendo um em detrimento de outro.
O objetivo do meu pedido é evitar a difamação do meu nome de casada, uma vez que o meu nome de solteira já foi difamado no grupo de discussão Ultraviolet - U2 antes.
A motivação principal do meu último post foi a não autorização das minhas mensagens em 2006, quando alguns membros e administradores apoiaram uma pessoa que iniciou uma campanha de difamação contra mim.
Naquela ano eu imprimi todos os emails para iniciar uma ação na justiça. Não vendi o ingresso extra para o show do U2 para servir como prova, mesmo não sendo necessário.
Assim, sugiro que os administradores do Ultraviolet - U2 sigam a instrução que Ana Vitti me passou em seu comentário. E caso decidam apoiar um membro que faz acusações contra outro, que entrem em contato diretamente com a vítima das acusações, pois se o fizerem no grupo novamente extenderão um eventual processo na justiça contra todos os administradores.
Talvez seria interessante averiguar os fatos antes de se engajarem neste tipo de crime. Lamento o forte termo, mas difamação é exatamente isso. Imagino não estar surpreedendo ninguém com esta afirmação.
A difamação causa aborrecimento pessoal, estresse, podendo até levar a depressão da vítima. No meu caso talvez não tenha levado à depressão, mas certamente tornou a minha permanência no hotel F1 e a minha ida aos shows do U2, nos dias 20 e 21 de fevereiro de 2006, em São Paulo, um tanto penosas. Não tive momentos tão felizes e agradáveis como os demais 2250 membros do Ultraviolet - U2.
O hotel F1, situado na Rua da Consolação, foi tomado por fãs do U2 que iriam aos shows da banda na capital paulista. A maioria, senão todos, eram membros do grupo Ultraviolet - U2. Os shows aconteceram no mês seguinte à campanha de difamação.
Eu fiquei sujeita à humilhação pessoal em todo o tempo em que estive no hotel e no Morumbi e neste estádio o meu grupo de amigos e eu fomos empurrados contra a grade em frente ao palco, pelo membro do Ultraviolet - U2 que iniciou a campanha de difamação em 2006, e seus amigos, enquanto esperávamos pelos shows.
Devido a estes incidentes achei por bem não participar mais do grupo e apenas ler as mensagens. Não fosse a atual crítica de Maria Teresa e a nova não autorização da minha resposta, isto teria ficado no passado. Espero que este relato sirva para evitar que novos membros passem pelo mesmo.
Finalmente, há pessoas dispostas a levar a difamação de seus nomes às últimas consequências não importando a energia dispendida para tanto. Fica aqui o meu alerta.
Isso é tudo o que tinha para dizer desde 2006.
Obrigada por sua atenção.
Atualização - 27 de junho de 2010:
Saí do grupo Ultraviolet - U2.